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Aplicação de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) em Estudos Metabolômicos
Após o desenvolvimento da metabolômica, a busca por biomarcadores (moléculas que são indicadores de doenças) se intensificou nos últimos anos. Nossa pesquisa busca por indicadores de transtornos psiquiátricos.
Rastreando doenças ao nível molecular
A metabolômica, uma das áreas mais recentes da biotecnologia, consiste na caracterização qualitativa e quantitativa de metabólitos presentes em um determinado sistema biológico, sendo esses os produtos de reações bioquímicas. A partir disso, o nosso grupo de pesquisa tem como meta tentar estabelecer novos biomarcadores para amostras oriundas tanto de plantas, quanto de animais e até mesmo de seres humanos.
Os Biomarcadores são mensuráveis e podem ser observados a partir de moléculas-chave decorrentes da doença. A mudança no perfil metabólico será característica e sistemática para cada caso, sem que haja interferência de outros agentes externos não relacionados ao estudo, tais como o uso de medicamentos, por exemplo.
Desta forma, a partir de uma análise mais detalhada e fazendo-se uso da espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) aliada a análises quimiométricas (PCA e PLS-DA) é possível estabelecer essas alterações de perfis nos organismos saudáveis e doentes.
A espectroscopia de RMN é uma técnica reprodutível e não-destrutiva, que permite que possam ser adquiridos vários espectros em um período de tempo considerável e também possam ser coletados vários dados, o que a torna ideal para o estudo de doenças.
Como as alterações nos espectros são muito sutis e há uma grande quantidade de informação a ser avaliada é necessário fazer o uso de análises estátisticas multivariadas, para que esses dados possam ser melhor interpretados.
Por fim, a partir do estabelecimento dos principais biomarcadores e do conhecimento bioquímico é possível ser estudado e proposto novos mecanismos que permitam amenizar ou até mesmo curar a doença.